Você se lembra de Ulduar?

      Nenhum comentário em Você se lembra de Ulduar?

Para muitas pessoas Ulduar foi a melhor raide que já existiu em World of Warcraft.

Independentemente de opinião, essa instância com certeza marcou época no jogo, e os corações de muitos jogadores. Foi o começo dos chamados “hard modes”, em que fazer (ou deixar de fazer) certas coisas antes ou durante a luta acionava um modo mais difícil de enfrentar o chefe, como por exemplo as defesas orbitais do Flame Leviathan, ou a ajuda dos Guardiões Thorim, Freya, Mimiron e Hodir contra Yogg-Saron.

Também foi uma das raides mais bem feitas de todo o jogo. Todas as lutas ali foram memoráveis, tinham mecânicas interessantes, eram bastante variadas e – principalmente – eram muito divertidas.

Bem, prepare-se. Ulduar está voltando. Com a introdução do patch 7.3.5 a próxima caminhada temporal de Northrend vai incluir um retorno a essa raide inesquecível – assim como aconteceu com Black Temple no ano passado.

Quem raidou Ulduar lá nos idos de 2009 vai poder voltar a sentir a experiência e matar um pouco da saudade, e quem não passou por isso vai poder finalmente ter uma idéia do que era raidar naquele lugar.

Afinal, vamos combinar, fazer esse conteúdo solo não é a mesma coisa. Mesmo com o aumento da vida dos chefes que veio com o patch recente, no nível 110 a gente passa atropelando tudo nas raides mais antigas, sem nem tomar muito conhecimento. Isso é bom pra “farmar” itens, transmogs, pets e afins, mas a emoção da raid, o perigo do wipe e a satisfação de deitar o boss só vêm quando realmente somos desafiados.

Ulduar é uma estrutura titânica muito antiga, construída como base de operações pelos Guardiões que os Titãs deixaram em Azeroth para cuidar da alma-mundo que eles encontraram aqui. Além disso, ela também funciona como prisão para um dos seres mais malignos e perniciosos que já encontramos – Yogg-Saron.

Depois que matar Y’Shaarj e tentar arrancá-lo de Azeroth quase destruiu o planeta, os Titãs perceberam que não seria tão simples assim removê-los. Y’Shaark tinha tentáculos enterrados por todo o planeta e quando Aggramar o arrancou um desses tentáculos em particular expôs a alma-mundo e liberou uma grande energia, criando assim a Nascente da Eternidade. Então os Titãs resolveram que isso não era uma boa idéia e o coração de Y’Shaarj – que acabou ficando para trás – foi colocado em uma prisão. O que aconteceu com o coração de Y’Shaarj a gente deixa para outro dia, mas basta dizer que estamos sentindo as conseqüências da má escolha de Thrall até hoje.

Durante a campanha em Northrend contra o Lich Rei, um sujeito sensacional chamado Brann Bronzebeard percebeu que havia algo errado em Ulduar, enquanto pesquisava as origens de Azeroth. Seguindo ele, nós entramos em Ulduar e descobrimos que a prisão de Yogg-Saron havia sido quebrada, e aos poucos ele estava dominando os Guardiões e estava prestes a escapar. De fato, o seu sangue solidificado – saronita – estava sendo usado como minério para construir fortalezas, armas e armaduras. Jundo com Brann entramos então em Ulduar, livramos os Guardiões da influencia de Yogg-Saron e finalmente o derrotamos.

A raide em si consiste de nada menos que 14 chefes – incluindo aí Algalon, o Observador, que era um enviado dos Titãs responsável por determinar se um planeta deve ser reoriginado ou não. Enfrentamos alguns dos colegas dele quando enfrentamos Argus. O processo de “reoriginação” implicaria em acabar com a vida em Azeroth – algo que não é exatamente o que estávamos querendo…

Na época da expansão, quem fazia os melhores guias para as raides era o tankspot. Minha sugestão é procurar os vídeos deles no youtube para ter uma idéia do que vamos enfrentar em fevereiro, quando Ulduar estará aberta novamente. Até lá, vamos ter uns guias aqui pra falar sobre as lutas.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *